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I- É terminantemente proibida a cópia total ou parcial das postagens neste blog.
II- Você pode citar trechos das postagens publicadas aqui desde que inclua um link de referencia ao blog "Enfermagem Continuada", dando os créditos de autoria a mim Enfª Ana Carolina Palmieri.
III- Lei 9610 - artigo 184 do Código Penal brasileiro.
Autora: Ana Carolina Palmieri (Enfermeira)

São injeções intramusculares que depositam a medicação profundamente no tecido muscular, o qual é bastante vascularizado, podendo absorver rapidamente. Esta via de administração fornece uma ação sistêmica rápida e absorção de doses relativamente grandes (até 5 ml em locais adequados).

Material:
  • Bandeja de inox.
  • Luvas de procedimento.
  • Medicação a ser administrada.
  • Seringa identificada com nome do cliente, nome da medicação, leito e horário.
  • Agulha encapada (adultos hígidos = 30x7 ou 30x8).
  • Almotolia de álcool a 70%.
  • Bola de algodão.
  • Biombo s/n.
  • Fita adesiva.

Descrição da Técnica:

  • Lavar as mãos.
  • Realizar o preparo da medicação no Posto de Enfermagem.
  • Reunir o material e levar ao leito do cliente.
  • Orientar o cliente e/ou o acompanhante sobre o que será feito.
  • Preparar o ambiente solicitando a saída de acompanhantes e/ou posicionando o biombo de maneira que favoreça privacidade ao cliente, dependendo da área escolhida para a aplicação.
  • Selecionar a área para a aplicação, preferencialmente a região glútea por ser um músculo de maiores proporções. O Músculo deltóide deverá ser escolhido no caso de rodízio, ou de pequenos volumes. Evitar o Músculo vasto lateral (aplicações costumam são mais dolorosas) a não ser que seja necessário em caso de falta de opção em rodízio de locais.
  • Posicionar cliente de maneira confortável e de fácil visualização da área de injeção.
  • Limpar a área com algodão embebido em álcool a 70% com movimento único unidirecional de cima para baixo.
  • Retirar a tampa da agulha.
  • Colocar o dedo indicador da mão não-dominante de um lado do local escolhido e o dedo polegar do outro lado formando um V.
  • Afastar os dedos, tensionando a pele.
  • Rapidamente, inserir a agulha em ângulo de 90º com a mão dominante.
  • Com os dedos que tensionam a pele, soltar a pele e segurar o corpo da seringa.
  • Puxar o êmbolo para trás, com a mão dominante, e observar retorno sangüíneo (caso ocorra, retirar a agulha, pois um vaso foi atingido). Reiniciar o procedimento neste caso, orientando o cliente sobre o motivo da nova punção.
  • Se não for observado retorno sangüíneo, empurrar o êmbolo suavemente enquanto se comunica com o cliente, para diminuir sua ansiedade.
  •  Remover a agulha em movimento rápido e seguro em ângulo de 90º.
  • Aplicar pressão firme no local com algodão embebido em álcool a 70%.
  • Colocar a seringa na bandeja, sem encapar a agulha.
  • Fazer o curativo no local de punção.
  • Recompor o cliente e a unidade.
  • Descartar o material em caixa de perfuro cortante.
  • Lavar as mãos.
  • Anotar o procedimento em impresso próprio, no prontuário do cliente.
Obs. Dependendo da região na qual será administrada a medicação, existe um volume máximo: Região deltóidea: 2 ml; Região dorsoglutea: 4 ml; Região ventroglutea: 4 ml;Região anterolateral da coxa: 3 ml.

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